Artistas


Grupo Choro e Prosa

Premiado no Mapa Cultural Paulista 2015/2016 na categoria Música Instrumental representando a região de Sorocaba, o “Grupo Choro e Prosa” é formado por Daniel Pereira (bandolim), Josiane Gonçalves (violão 7 cordas), Rodrigo Lino (cavaquinho) e Everton Correa (percussão). Com o objetivo de pesquisar e divulgar o Choro, o grupo tem se apresentado em diversos eventos: Festival de Inverno de Laranjal Paulista, Festival de Inverno Cultural de Tietê, Noite do Choro no Teatro Municipal de Cerquilho, Inverno Cultural de Cerquilho e SESC Sorocaba. Nas apresentações, o público se encontra com um repertório de composições de grandes nomes do Choro, como: Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, entre outros, e tem a oportunidade de conhecer mais sobre a história e curiosidades desse gênero musical tipicamente brasileiro, o “Choro”.


Duo André Ribeiro e Micael Chaves

André Ribeiro - Bandolim

Iniciou seus estudos musicais aos oito anos. Desde tenra idade André participa de diversas apresentações. Entre elas podemos citar a apresentação aos nove anos no programa Revistinha transmitido pela TV Cultura e participação aos 14 anos no programa Bem Brasil, no qual atua ao lado do conjunto Izaías e Seus Chorões. Em 2004 apresentou o Concerto para dois bandolins com a Orquestra Sinfônica da Unicamp. Em 2008 lançou o CD Abrideira com o grupo Fina Estampa com direção e participação de Mauricio Carrilho. Dotado de técnica primorosa, em 2009 venceu o 8º Prêmio Nabor Pires Camargo-Instrumentista. Bacharel em Música Popular pela Unicamp desde 2006, escreveu em 2011 um método para bandolim (versão para educadores e versão para estudantes) em parceria com a Associação Amigos do Projeto Guri (AAPG). Com quatros discos lançados, em 2015 foi convidado pelo Clube do Choro de Londres para fazer o lançamento do CD Homenagem a Chiquinha Gonzaga. Atualmente prepara seu novo álbum, um projeto aprovado pelo FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas).

Micael Chaves - Violão

Nascido em Santo André – SP, iniciou seus estudos de violão no ano de 2001, aos 13 anos, com o professor Jorge Assad, pai do famoso Duo de violão “Duo Assad”. Desde então, os irmãos Sergio e Odair Assad lhe ministram aulas. Em 2004, fez aulas de harmonia com o professor José Roberto Vital (professor do renomado Conservatório “Carlos Gomes” de Campinas – SP). Em 2006, estudou violão erudito com o professor Henrique Pinto. Em 2007, com 18 anos, ingressou no último ano do curso de violão, no Conservatório de Tatuí . Em 2008, concluiu seu curso orientado pelo professor Geraldo Ribeiro. Participou da turnê pela Alemanha com a orquestra de violões “Violões & Cia.”, onde tocou em um concerto solo em Heidelberg “Junge Gitarrensolisten de Heidelberg”. Atualmente faz inúmeras apresentações em concertos solos para violão. Acompanha cantores como Clarice Assad, Walgra Maria (com quem gravou um CD, como musico e arranjador em 2012), Silvia Ferrante, Dona Ica Assad, Marcus Tumura (ator global), entre outros. Realiza apresentações variadas tocando outros tipos de instrumentos (como bandolim, cavaquinho, guitarra, guitarra portuguesa, baixo, percussão, entre outros), tornando-se um músico multi-instrumentista. Em outubro de 2013 a abril de 2014, concluiu a temporada em São Paulo, seguindo em turnê por Paulínia e Belo Horizonte como integrante da orquestra e ator do Musical “CRAZY FOR YOU”, onde os protagonistas foram Claudia Raia e Jarbas Homem de Melo. Em 2015 participou da Homenagem a 50 anos de carreira do DUO ASSAD, no “Festival Assad”, em trio com Sergio e Odair Assad.

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/micachaves

Site: http://micachavess.wixsite.com/micaelchaves


Grupo Choro Pingado

O grupo é formado pelos músicos Micael Chaves (bandolim) ,Julio Fonseca (Cavaquinho), Tonhão 7 Cordas (violão 7 cordas), e Andre Matos(Pandeiro) , que toca chorinho de um jeito inovador, pois traz em sua formação vários músicos com experiências diversas. O grupo apresenta a obra de grandes compositores, especialmente os contemporâneos como: família Assad, Paulinho da Viola, Hermeto Pascoal, Izaias Bueno de Almeida, Arnaldinho do Cavaco, Tom Jobim, Sivuca, Nelson Cavaquinho, Pedro Amorim. Composições e arranjos próprios também fazem parte do repertório. O Grupo Choro Pingado se integra à ideia de popularizar um dos principais gêneros da música popular brasileira - o Choro - desenvolvendo um trabalho de plena dedicação e qualidade.


Duo Guilherme Girardi e Vitor Casagrande

Vitor Casagrande Natural de Piracicaba/SP, formou-se em cavaquinho pela Escola de Música de Piracicaba “Professor Ernst Mahle” e em bandolim pelo Conservatório “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, com o professor Altino Toledo. Atualmente cursa a faculdade de Educação Musical da UFSCAR. Vitor já se apresentou em locais de referência, como o Teatro Procópio Ferreira (Tatuí) e a Sala São Paulo, com o Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí; Centro Cultural São Paulo, com Regional Imperial; Sala Funarte (Rio de Janeiro), no programa Época de Ouro; Festival Villa Lobos (Rio de Janeiro) e Escola Portátil de Música (Rio de Janeiro). Dividiu o palco com músicos renomados e atualmente integra o elenco da peça lítero-musical "Agora eu vou ficar bonita", com Regina Braga e Celso Sim. Desenvolve um dos mais importantes trabalhos da nova geração do choro junto ao conjunto Água de Vintém, com o qual participou do programa "Talentos" da TV Câmara e gravou os discos "Café da Dona Chica" (2013) e “Água de Vintém interpreta Sérgio Belluco” (2015). Guilherme Girardi Natural de Ribeirão Preto/SP, integra dois trabalhos de grande destaque na cena atual do choro: o Quinteto de Danilo Brito - um dos principais instrumentistas brasileiros da atualidade - e o conjunto Água de Vintém. Iniciou seus estudos musicais em 1998, aos 15 anos de idade, com foco no violão erudito. Em 2007, ingressou no curso de violão de 7 cordas do Conservatório de Tatuí, formando-se em 2012. Possui ainda graduação na área de comunicação pela UNESP. Já tocou e gravou com alguns dos principais grupos e músicos de choro do país, com shows realizados em teatros, SESCs e universidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso. Junto ao Água de Vintém, participou do programa "Talentos" da TV Câmara e gravou o disco "Café da Dona Chica" (2013) . Dividiu o palco com Toninho Carrasqueira, Nailor Proveta, Pedro Amorim, Wilson Moreira, Déo Rian, Toninho Ferragutti, Ronaldo do Bandolim, Alessandro Penezzi, Zé Paulo Becker e Izaías do Bandolim, entre outros nomes. Participou dos discos “Cordiais Saudações” (2014), do cantor Roberto Seresteiro; do Regional Paulista (2014), gravando violão na faixa "Antes de mais nada", um choro de sua autoria; do disco do cavaquinista Lucas Arantes “Choro pro Tadeo” (2016), no qual estão registradas ainda duas composições suas. Dono de um fértil trabalho como compositor, tendo mais de 40 obras entre choros e peças para violão solo, lançou em 2016 o “Guilherme Girardi Quinteto”, com o qual vem se apresentando como solista e expondo suas composições.


Grupo de samba e choro Si tivesse Dó

O grupo de samba Si Tivesse Dó surgiu em 2008,em São João da Boa Vista-SP e a partir daí apresentou-se em diversas cidades, tais como: Aguaí, Vargem Grande do Sul, Espírito Santo do Pinhal, Pirassununga, Casa Branca, Lins, Águas da Prata, Mogi Mirim, São Sebastião da Grama, Campinas, Artur Nogueira, Rio Claro, São João da Boa Vista, Poços de Caldas e Rio de Janeiro. Os integrantes influenciados por este estilo musical desde a infância se reuniram a fim de prestigiar o samba de roda e contam hoje com Tomé no pandeiro e voz, Marreta no surdo, na percussão e voz, Nei no tantan e voz, Julinho no cavaquinho e voz e André violão e voz. Participaram do Show "50 anos com muita Bossa", no SESC Santo André, em São Paulo, como convidados especiais do Grupo Canto e Corda. Em setembro realizou a abertura do show do músico Paçoca na Semana Guiomar Novaes em São João da Boa Vista. Nos anos de 2008 e 2009 realizou shows no Projeto Seis da Tarde (do Theatro Municipal de São João da Boa Vista) onde relembrou sambas de várias gerações e fez um tributo a Adoniram Barbosa e Geraldo Filme. No ano de 2010 o grupo apresentou-se na Virada Cultural Paulista na cidade de São João da Boa Vista-SP, e também na Oficina Cultural Guiomar Novaes (rede de oficinas do Governo do Estado de São Paulo) em homenagem ao “Dia Nacional do Samba”, além de tocar na conceituada casa de samba Casa Rio na cidade de Campinas-SP. Em 2012 realizou a festa de lançamento de seu primeiro cd, no Theatro Municipal de São João da Boa Vista. Atualmente se apresenta em eventos por todo interior paulista e Capitais de São Paulo e Rio de Janeiro.


Sérgio Assad e Odair Assad

Formado pelos irmãos paulistas Sérgio Assad (26/12/52) e Odair Assad (24/10/56),nascidos em Mococa,SP, o Duo Assad tornou-se um fenômeno internacional pela qualidade da sonoridade de seus violões. Conhecidos pelo virtuosismo, revitalizaram o universo da composição contemporânea para violão. Começaram a tocar em casa, com o pai, que gostava de choro. Em 1969 mudaram-se para o Rio de Janeiro, onde estudaram violão clássico por sete anos com Monina Tavora, ex-pupila de Andres Segovia. No final da década de 70 começaram a investir na carreira internacional, ganhando o prêmio máximo em Bratislava (Eslováquia). Depois viajaram para os Estados Unidos e a partir de 1983 radicaram-se na Europa. O Duo Assad chamou a atenção da crítica especializada por sua total sintonia de técnica e interpretação. Por serem irmãos, Sérgio e Odair começaram a tocar na mesma época, tiveram aula com os mesmo professores e aprenderam as mesmas técnicas, resultando em uma interação absoluta entre o som dos dois violões. Tiveram uma carreira de muito sucesso na Europa, participando de festivais em todo o mundo e colecionando prêmios. Compositores como Astor Piazzolla e Radamés Gnattali compuseram peças especialmente para o duo, que também se apresentou acompanhado por orquestras em vários países.


Badi Assad

Irmã caçula dos violonistas Sérgio e Odair Assad (o Duo Assad), Badi Assad, nascida em São João da Boa Vista (SP), também seguiu a carreira musical, como violonista, cantora, percussionista e compositora. Aos 14 anos, quando os irmãos mais velhos saíram de casa para desenvolver uma carreira internacional como concertistas, começou a tocar violão para acompanhar o pai, bandolinista. Depois se formou em violão no Rio de Janeiro. Venceu o Concurso Jovens Instrumentistas em 1984, e a partir de então passou a explorar novas possibilidades com a voz e a percussão do próprio corpo. Seu primeiro álbum solo foi "Dança dos Tons", lançado em 89. No início da década de 90 apresentou-se em festivais como Free Jazz Festival e Heineken Concerts ao lado de Heraldo do Monte, Raul de Souza, Raphael Rabello, Dori Caymmi e outros. A carreira internacional tomou força a partir de 94, quando assinou com o selo Chesky Records e gravou o disco "Solo". No ano seguinte foi a vez de "Rhythms", que obteve repercussão no cenário violonístico. Depois vieram "Echoes of Brazil" (97) , "Chamaleon" (Verve, 99) e” Wonderland” (2006) aclamado pela crítica internacional. A experimentação sonora com a voz e o corpo são marcas registradas de seu trabalho. Em 2006 Badi lançou Wonderland, com releituras de Eurhythmics, Vangelis, Tori Amos, Cartola e Lenine entre outros tão distintos músicos. Wonderland entrou para a lista dos melhores 100 CDs do ano pela conceituada BBC de Londres, assim como entre os 30 melhores do site de maior visitação da internet Amazon.com. Para comemorar seus primeiros 20 anos de carreira, Badi lançou, em 2010, um DVD comemorativo intitulado ‘Badi Assad’. No mesmo ano Badi foi a protagonista de uma ópera contemporânea ‘ópera das pedras’, dirigida por Denise Milan e o Norte-Americano Lee Breuer (Mabou Mines). 2 anos depois lançou seu primeiro álbum independente e totalmente autoral “Amor e Outras Crônicas Manias”, através de seu próprio selo (Quatro Ventos), conquistando o prêmio de Melhor Compositora de 2012 pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). Foi também selecionada entre os 70 mestres do violão e guitarra da história brasileira, sendo a única mulher desta geração (Revista Rolling Stones/BR). Em 2013 lançou a versão americana de seu álbum independente com o título ‘Between Love & Luck’, recebendo críticas fervorosamente positivas por toda a mídia norte-americana. Sua canção ‘Pega no Coco’ ganhou o primeiro lugar no prestigiado ‘USA International Songwriting Competition’. Em 2014, Badi foi convidada para compor a trilha Sonora, e tocá-la ao vivo, do filme mudo Chinês “The Goddess”, no Merkin Hall (NY), aonde teve destaque no NYTimes. No mês de março saiu em Turne de 40 dias pela Europa, com seu trabalho solo e nos EUA com sua família – o ‘Assad Quintet’. No Brasil, Badi se apresentou em respeitados festivais brasileiros como: Festival de Jazz e Blues de Manguinhos (ES), Festival Chapada In Jazz, na Chapada dos Guimarães (MT), Evento Quinta Pedra que Brilha – Mostra de Cinema de Itabira (MG), entre outros.


Carolina Assad

Carioca de 35 anos, filha de Odair Assad, a cantora Carolina Assad vem ganhando espaço na arena da música popular brasileira com apurada sensibilidade e personalidade intimista.

Em 2014, lançará seu primeiro CD solo, produzido e arranjado por Clarice Assad. Fascinada desde cedo pela diversidade na área de música vocal e coral, Carolina deu início à sua profissionalização musical como integrante do Coro Sinfônico Moacyr Bastos, no Rio de Janeiro, em 1998. Realizou shows em diversos palcos do Brasil, Estados Unidos, América Latina e Europa. Participou de trabalhos com o compositor e violonista Roberto Menescal, a cantora Wanda Sá, a cantora e multi-instrumentista Badi Assad e o percussionista Naná Vasconcelos (com participação no cd “Verde”, de Badi Assad, em 2004), com compositor e arranjador Gabriel Santiago e o violoncelista norte-americano Yo-Yo Ma (participando em uma faixa de seu CD “Songs of Joy and Peace”/2008, vencedor do Grammy Award for Best Classical Crossover Album, em 2010).

Carolina Assad também foi integrante do sexteto vocal à capela BeBossa, com o qual participou do espetáculo "A Galeria do Menescal", com Roberto Menescal e Wanda Sá, em 2009. O espetáculo foi gravado em CD e lançado em 2012 pelo selo Sala de Som Records. Neste momento Carolina Assad participa de excursões pelo mundo com o Quinteto Assad (Carolina, Clarice, Badi e Sérgio e Odair Assad), tendo já se apresentado em festivais como o 23º Nuits de La Guitarre, em Patrimonio (França), 1st Latin American Cultural Festival (Qatar), e Brasil Festival Amsterdam, no Het Concertgebouw, (Holanda).


Boris Gaquere e Gaëlle Solal

Gaëlle Solal

Violonista clássica, Gaëlle Solal é um óvni musical que quebra regras estabelecidas e entusiasma sempre o público onde ela se apresenta. Seu percurso é portanto clássico: 3 “Medalhas de ouro” no Conservatório da sua cidade de origem, Marseille, e um Primeiro Prêmio no Conservatoire National Supérieur de Paris. Logo, ela participa de inúmeros concursos de violão (1ero prêmios dos concursos Alessandria, Savona, Sernanchele, e 2do prêmio no prestigioso concurso americano GFA e finalista no concurso “concert artist guild” de New York). Recebeu apoio de mecenas importantes (Fondation BNP Paribas, Mécénat Société Générale, Fondation Meyer et Contestabile), e desenvolveu uma brilhante carreira internacional em mais de 35 países, e principalmente EUA e Japão. Depois de conhecer músicos brasileiros no Festival Villa-Lobos em Paris, decidiu conhecer o Brasil em 2009, viagem que reveladora para ela. Ela deixa de exercer como professora no Conservatório Superior de Sevilha e investe numa formação artística mais expandida, como improvisação teatral, circo (beatbox, palhaço, malabarismo, mimo, entre outros...), dança contemporânea, sapateado, jazz, e musica do mundo. Sua pesquisa e experimentos se concretizam em três projetos: Açaï/une guitare au Brésil (2010), Projeto Sol (2011), na fronteira entre o clássico e o popular (2011) e um espetáculo de teatro musical que estreou em 2015. Com frequência, Gaëlle ministra aulas em festivais e MasterClass para dividir seu conhecimento com jovens estudantes. Ela gravou uma série de exercícios técnicos para a revista Guitare Classique, e está preparando uma série maior. Ela também é coach para concursos internacionais. Gaëlle também propõe aulas para formar professores de musica focando essencialmente na presencia cênica e a musica de câmara. Ela é recém formada para poder exercer como formadora de professores pela instituição La Ligue de l’Enseignement.

Boris Gaquere

Boris GAQUERE é formado em violão clássico nos Conservatórios Reais de Bruxelles e Mons nas turmas de Sergio e Odair Assad. Em 2001 ele recebe seu diploma em violão clássico. Ele também teve aulas em masterclasses com Leo Brouwer, Roland Dyens (ele estreia uma peça do próprio Dyens chamada Hamsa),David Russell, Roberto Aussel, Costas Cotsiolis et Paulo Bellinati. Em 1997, ele cria o Duo Gaquere-SungHô , junto com o violonista Denis SungHô. Rapidamente, o duo se apresenta em festivais e recitais na Alemanha, Holanda e Bélgica. Eles gravam seu primeiro CD em 1998 com o selo CHAMBER, com um repertorio dedicado a Astor Piazzolla e Sergio Assad. Nesse CD Boris grava uma musica dele dedicada ao Sergio Assad, chamada Obrigado, publicada pela editora canadense Les Productions d’Oz. peça interpretada por diversos violonistas. Boris tem varias composições publicadas na editora Les Productions d’Oz e também na GSP (California, EU), entre elas, a peça Tabi, encomendada pela Columbia Music Entertainment, Ltd. E gravada por Shin-ichi Fukuda, ele também tem a musica ‘Xeque-Mate’ dedicada ao Duo Assad publicada nas Editions Lemoine (Paris). Boris tem uma carreira internacional em vários países (França, Alemanha, Holanda, Grã-Bretanha,, Polonha, Republica Tcheca, România, Espanha, Itália, Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Japão, Coreia do sul,Taiwn, Estados Unidos, Canada e México, onde ele sempre participou de programas de TV e radio. Em 2001, ele gravou o Concerto Duplo de Astor Piazzollaa para a RTBF (Radio e Televisão Nacional de Bélgica) com a orquestra de câmara de Wallonie. Seu primeiro CD solo foi gravado em São Francisco pela gravadora VGo Recordings e foi lançado em 2003. Nesse CD ele gravou músicas do Sergio Assad, Roland Dyens e Sebastien Vachez assim como varias composições próprias para violão solo ou de duo, como a peça ‘Xeque-Mate’ gravada com Odair Assad. Ele também grava três peças da filha do Sergio Assad, Clarice Assad. O Segundo CD do Boris saiu também com a gravadora VGo Recordings e se dedica ao repertorio barroco. Boris fez um arranjo da sua composição “Baile Funk” para o famoso quarteto Soledad, que foi interpretado na Itália no Studio 4 de Flagey, em Bruxelas. Em 2013, ele compôs o Concerto de Sedan, Concerto duplo para violão, acordeon e orquestra de cordas para o vigésimo aniversario das Rencontres Guitare et Patrimoine (Sedan, França). A estreia aconteceu no dia 25 de junho de 2013, em Sedan, com o próprio Boris no violão e com Manu Comté no acordeon, e com a Orquestra da Opera de Reims sob a direção de Rut Schereiner. Em 2015, Boris compôs o Tango del Vértigo para violão e quinteto de cordas, encomenda feita pelo festival Kaléidoscope de la Guitare de Rixensart (Belgica). Essa peça foi estreada por Roberto Aussel e o Saint Georges Quintet. Ele também compôs uma peça dedicada ao Odair Assad, baseada num tema do compositor brasileiro Radamés Gnatalli. -“ É realmente uma arte fina, musica que mexe com a alma e toca o espirito...” (Classical Guitar Magazine / Grande-Bretagne) -” Temos que ficar de olho nesse nome!” (Classical Guitar Magazine / Grande-Bretagne) -”Nesta primeira gravação solo ["Xeque-Mate" ~ VGo Recordings]-, Gaquere apresenta um trabalho de composição original, um domínio técnico do instrumento e um grande interesse pelos compositores da nossa época. Ele representa um voz nova que espero ouvir mais nos próximos tempos.” (Guitarramagazine.com / Etats-Unis) -"... Formidable..." (El Telégrafo / Uruguay)


Toninho Ferragutti e Marco Pereira

Dentre as melhores tradições da música popular brasileira estão, sem dúvida alguma, o violão e o acordeão. São instrumentos de grande apelo emocional que traduzem de maneira inequívoca a alma do nosso povo, e que têm sido objeto da atenção de ouvintes, leigos e iniciados, ao longo de todo o século passado e agora neste novo século. Com timbres que se ajustam perfeitamente em harmonias claras e profundas, o acordeão e o violão são excelentes veículos de transmissão da nossa cultura musical. Assim está contado em nossa história com inestimáveis contribuições de artistas do porte de Dominguinhos, Baden Powell, Chiquinho do Acordeão, Garoto, Sivuca e tantos outros. Entretanto, pouquíssimas vezes ou mesmo nunca, esses talentos se juntaram para expressar sua arte. Temos agora a oportunidade de tornar realidade um projeto que continuará contando de maneira brilhante essa nossa rica história que, nas mãos de dois virtuosos como Marco Pereira e Toninho Ferragutti, torna-se verdade contagiante. A magnificência e a exuberância da linguagem instrumental, que esses dois grandes músicos tão bem demonstram, e que podem ser atestadas pelas palavras de grandes músicos e críticos. “Mais do que um encontro fortuito, trata-se de um trabalho amarrado com suingue e lirismo feito por dois virtuoses: Marco Pereira e Toninho Ferragutti. Esse duo reúne controle e risco na medida certa – a da poesia.” (Sidney Molina – crítico, educador e violonista) “Foi um privilégio assistir ao encontro musical desses dois admiráveis instrumentistas brasileiros! Como todos que estavam na platéia, emocionei- me profundamente com o virtuosismo e a criatividade de ambos. Mais que tudo, saí do teatro me deliciando em decifrar os ingredientes que o Duo utilizou para criar uma poção tão mágica e encantadora nessa parceria.” (Maestro Gil Jardim – professor e orientador na ECA-USP e regente da OCAM)


Duo Gisbranco

O Duo Gisbranco tem se apresentado tanto em circuitos de música popular como erudita, sendo sempre aclamado pelo público e pela crítica. Dentre suas realizações estão a gravação de 3 especiais para a TV (Sesc Instrumental, TV Senado, TV Cultura). Foram escolhidas pelo Instituto Itaú Cultural, dentre 53 atrações premiadas, para representar o programa Rumos na Feira Música Brasil 2009, realizada em Recife, entre 9 e 13/12, onde se apresentaram na noite de encerramento. Participaram também do Viradão Cultural de SP em 2009. Outros espaços onde se apresentaram: Série Música no Museu, Sala Cecília Meireles, Sala Baden Powell, Espaço Cultural Sérgio Porto, Espaço Cultural Rio Carioca, Mistura Fina, Série Música nas Estrelas no Planetário da Gávea, Centro Cultural Justiça Federal, Teatro Municipal de Niterói, Armazém Digital Leblon, Centro de Referência da Música Carioca, IBAM, Espaço Musical BIS e Usina Cultural, Sescs Rio e SP, Sesc Instrumental com transmissão para TV, Jazz Village (Penedo RJ), Auditório do BNDES (RJ), Modern Sound (RJ), duas noites no Auditório Ibirapuera (SP) com as participações de Chico César e Ná Ozzetti, Casa Thomas Jefferson (Brasília). Entre 2006 e 2009 participaram de alguns dos mais importantes festivais de jazz em atividade: Joinville Jazz Festival, Feira Nacional de Artes em João Pessoa, Goyaz Jazz Festival, Tim Valadares Jazz Festival, Festival de Inverno de São João del Rey, Festival Delira Música, Festival de Inverno de Garanhuns, Festival Vale do Café, Festival de Jazz do CCPA (Assunção, Paraguay), MIMO (Olinda/PE), Feira Música Brasil (Recife/PE), Festival de São Lourenço (MG), Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte/MG), Midem (Cannes/França). Em 2011 o Duo Gisbranco lança seu segundo CD, “Flor de Abril” com turnê nacional e internacional no segundo semestre. O espetáculo de lançamento do CD contará com direção cênica de Joana Lebreiro, cenários e figurinos de Karla Pê, Iluminação de Carlos Fausto e as participações especiais dos músicos Carlos Malta (sopros) e Marcos Suzano (percussão). Em outubro o duo parte para sua primeira turnê internacional passando por Amsterdam com um concerto no renomado Teatro Concertgebouw de Amsterdam, considerado um dos três melhores teatros para concertos da Europa, além de 2 shows em Paris e Zurich e 1 show em Istambul. “Flor de Abril” conta com as participações especiais de Chico César, Carlos Malta e Robertinho Silva. O disco será lançado simultaneamente no Brasil, EUA e Europa.


Coral Cantakitoca - Regente Roberta Forte

Roberta Forte é educadora musical, regente, compositora, preparadora vocal, diretora musical e sonoplasta. Formada em Licenciatura Plena em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado – FAAM, atualmente é mestranda em educação musical pela Faculdade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho” – UNESP, sob orientação de Marisa Fonterrada. Estudou violão com Enzo Bertelli, Renata Montanari e Laura Campanér, canto com Thelma Chan e Mariucha Lorenção e música corporal com André Hosoi, Fernando Barba e Stênio Mendes. Transita musicalmente pelo teatro, dança e literatura, interagindo e por vezes integrando essas artes, vivenciando e desenvolvendo pesquisas. A maior parte de sua produção é dedicado ao público infantil, juvenil e à educação, por meio de projetos, composições, cursos, gravações e shows. Coordenou projetos sócio-culturais em São Paulo e Espírito Santo. Atua como capacitadora musical para educadores da rede pública e privada, realiza palestras, oficinas, cursos e consultorias relacionadas à educação musical. É regente do coral infanto- juvenil CantaKitoca e idealizadora do grupo Pinta Som – música para crianças e também integra a Orquestra Corporal regida por Fernando Barba (Barbatuques).


Swami Jr e Marcelo Pretto

Marcelo Pretto e Swami Jr. no corpo a corpo com a música

Duo de voz e violão estreia em disco com “A carne das canções”, destacando compositores da cena paulistana contemporânea

A canção está viva, afirmam Marcelo Pretto e Swami Jr.. Ritmo, harmonia, melodia e palavras compõem uma anatomia musical que eles ajudam a dar corpo, em parceria de voz e violão de 7 cordas, no álbum de estreia da dupla, “A carne das canções” (Borandá, 2014). Os artistas aliam técnica primorosa com refinamento harmônico e, criando uma sonoridade peculiar para o formato voz e violão, contagiam o público de saída. O disco tem produção de Beto Villares e conta com participações especiais do violonista e compositor Kiko Dinucci e do violoncelista francês Vincent Ségal.

Após anos acalentando uma admiração mútua pelo trabalho do outro, Marcelo e Swami se aproximaram no início dos anos 2000, mas só conseguiram realizar algo juntos bem mais tarde, quando o cantor foi convidado a participar do primeiro álbum solo de Swami, “Outra praia” (2007). O dueto tomou forma para valer em janeiro de 2011, ao se apresentar no palco do Sesc Ipiranga, em São Paulo. Com um repertório que relia desde Jackson do Pandeiro a antigas serestas, o show teve ainda outras apresentações, inclusive no La Paz FestiJazz (Bolívia).

Dois anos se passaram até surgir a oportunidade de um registro discográfico da parceria. Produzido a partir de recursos do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (Proac), “A carne das canções” tem uma proposta artística renovada, especialmente quanto ao repertório. “Nosso foco foi a cena paulistana contemporânea”, explica Swami Jr..

Sem qualquer vocação para o tédio conceitual, os artistas guiam o ouvinte por um rico universo sonoro, pleno de humores e sensações. Além de compositores nativos – Luiz Tatit, Kiko Dinucci, Douglas Germano e Fábio Barros –, o álbum reúne aqueles que não nasceram na capital paulista mas que, de alguma maneira, estão identificados com a música que atualmente se faz ali, a exemplo de Arrigo Barnabé, Rodrigo Campos, Leandro Medina, Chico Saraiva e Antonio Loureiro. “São Paulo é cosmopolita e produz uma música excelente”, diz Marcelo Pretto.

O disco também está ancorado no gosto dos artistas pela diversidade de gêneros e estilos, o que é uma característica comum nas trajetórias de ambos. Com os pés na raiz e o olhar no futuro, a seleção musical equilibra sotaques urbanos – “Nessa cidade” (Fábio Barros), “Esqueci de ficar triste (Kiko Dinucci/Jonathan Silva) – com regionais – “Pretinha” (Leandro Medina), “Pixâim” (Walter Freitas/Joãozinho Gomes).

Violonista, produtor, compositor e arranjador, Swami Jr. já atuou ao lado de grandes nomes da música popular brasileira, como Maria Bethânia, Chico César, Zizi Possi, Zeca Baleiro, Elza Soares e Vanessa da Mata. Há onze anos faz a direção musical do trabalho da estrela cubana Omara Portuondo, cujo álbum “Gracias”, coproduzido com Alê Siqueira, rendeu-lhe o Grammy Latino 2009. Tem, em sua vasta discografia, dois álbuns solo, sendo “Mundos e fundos” (2011) o mais recente.

Marcelo Pretto, por sua vez, é cantor autodidata com longa atuação nos grupos A Barca e Barbatuques, com os quais gravou discos e participou de espetáculos no Brasil e no exterior. Foi finalista do Prêmio Visa (2002) e tem um DVD solo lançado pela coleção Toca Brasil, do Itaú Cultural. Intérprete afeito a improvisações, virtuoso ao criar efeitos sonoros com a voz e especialista em percussão corporal, Marcelo incrementa os arranjos de “A carne das canções” com ganzá de boca, baixo vocal, respiração, percussão de bochecha e berimbau de boca.

O álbum, no entanto, revela ainda uma outra faceta do cantor. “O Marcelo é muito admirado pela habilidade com que canta as músicas mais ritmadas, porém procuramos explorar também o lirismo, indo por um caminho que ele próprio não está acostumado”, comenta Swami.

A delicadeza de sua interpretação em “Vai, menina vai” (Arrigo Barnabé), por exemplo, Marcelo credita ao parceiro. “Swami me incentivou a buscar um sentimento na voz que eu julgava não ser capaz de conseguir”. No entanto, ele preferiu deixar a gravação da faixa que dá título ao disco a cargo de Swami, autor da música.

Ancorado na tradição brasileira de voz e violão, “A carne das canções” reverencia o repertório dos artistas criadores do presente e apresenta um diálogo nada convencional entre intérprete e instrumentista. Aqui, fica bastante claro que um mais um é sempre mais do que dois.


/uploads/Festival Assad 2017/oka_patrocinadores_2017.png